Voltar

Câncer colorretal tem cura

Câncer colorretal tem cura

Colonoscopia é o exame indicado para prevenir e detectar tumores iniciais no reto e no intestino e devem ser realizados a partir dos 50 anos

Você sabia que o câncer colorretal é o terceiro tipo de câncer mais frequente nos homens e o segundo entre as mulheres? As informações são do Instituto Nacional do Câncer (INCA). Por isso, é importante conscientizar a população sobre investir na prevenção para evitar esses tipos de tumores que têm origem nos pólipos, pequenas elevações na parede do cólon ou do reto.

Conforme a oncologista da Clinipam, Gisah Guilgen, é por meio da colonoscopia que os médicos conseguem identificar os pólipos e retirá-los, antes que cresçam e se tornem tumores. “Recomendamos que a colonoscopia seja realizada por todos, a partir dos 50 anos. Pessoas que possuem um histórico familiar, de câncer de intestino em parentes de primeiro grau, devem fazer esse exame dez anos antes, já aos 40 anos”, orienta a profissional. Ela acrescenta que outra medida preventiva é buscar ajuda junto aos onco geneticistas, que vão avaliar a necessidade de realizar estudos genéticos em pacientes com predisposição a essa doença.

Muitas vezes, o câncer colorretal é silencioso. Em outras situações, os pacientes têm mal funcionamento do intestino: diarreias ou constipação, que fogem ao padrão habitual. “Alguns doentes apresentam sangue nas fezes a acreditam que a causa está associada à hemorroida. Por isso, os médicos alertam que os indícios de mau funcionamento do trato intestinal devem ser investigados”, diz Gisah.

Outros sintomas colorretais de câncer sãos as dores abdominais contínuas, na parte de baixo, emagrecimento e o surgimento de anemia verificada no exame de sangue, sem uma causa aparente.

De maneira geral, os tratamentos para câncer colorretal são a cirurgia e a quimioterapia. O oncologista clínico é o especialista que vai julgar a necessidade de quimioterapia. “É importante ressaltar que o câncer colorretal tem cura, eventualmente mesmo em casos de doença mais avançada, finaliza a Dra Gisah.

Veja mais notícias